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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Jesus é o Senhor de nossa vida



Mateus 6.24

Jesus estava ensinando um princípio importante dentro da vida cristã: não devemos ter as riquezas como aquilo fundamental para as nossas vidas sob pena de transformarmos as riquezas em um outro “deus” anulando assim a glória que deve ser dada unicamente ao Deus vivo. 

Do mesmo modo que Cristo tem que ser Salvador e Senhor de nossas vidas, Jesus tem que ter o controle de todas as áreas de nossas vidas. Não tem como Jesus ser apenas Salvador e não ser Senhor – não tem como dividir a Cristo. Não dá para entregar apenas a nossa vida espiritual a Jesus, mas não a material.

Então se Jesus é Senhor de nossa vida material, Ele é Senhor dos nossos bens, finanças, emprego, enfim de todas as coisas que possuímos. Tudo está sob o controle de Deus. Entretanto, muitos cristãos hoje em dia têm dificuldades de entender que Deus também quer ter controle de sua vida financeira. Eles deixam Deus entrar na sua casa, na sua sala, no seu quarto, mas não permitem que Deus “saiba o segredo do seu cofre”. Mas Deus também quer se fazer presente em nossas finanças como forma de mostrar a nossa total dependência dele e abençoar por completo a vida do crente. 

A Bíblia diz em Ageu 2.8 que dele é a prata e dele é o ouro. Deus, em si, não precisa e nem quer o nosso dinheiro. Mas Deus quer o nosso coração. E quando ofertamos e entregamos os nossos dízimos na casa do Senhor estamos dizendo que tudo que temos é do Senhor. Deus ama aqueles que ofertam com alegria (2 Co 9.7) e abençoa quem é fiel nos dízimos (Ml 3.10). 

Que as nossas ofertas e os nossos dízimos possam expressar o nosso amor a Deus e o total Senhorio de Cristo em nossas vidas.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Uma oferta de amor


Em I Crônicas 29:1-9 nós vemos o rei Davi nos ensinando um aspecto importante que o cristão deve atentar quando for entregar as ofertas na casa de Deus: qual a motivação do nosso coração para ofertar a Deus. No versículo 3, Davi destaca o quê o leva a ofertar na casa do Senhor: “E ainda, porque amo a casa de meu Deus”. Interessante notar que nesse momento da história Davi já tinha tudo preparado para a construção do templo de Jerusalém, que seria feito no reinado do seu filho Salomão. Todo ouro, prata, bronze, madeira e etc. quer seriam necessários para a construção do templo já estavam em posse de Davi (v. 2), mas, por ter seu coração voltado para a obra de Deus, Davi foi além e também ofertou suas riquezas particulares, conforme mostrado no versículo 4. Davi entendia que aquilo não era obra para homens, mas sim para Deus (v. 1). O coração dele estava voltado para as coisas de Deus. Jesus nos ensina que “onde está o teu tesouro, ali estará o teu coração.”. Onde tem estado o nosso coração no que se refere a ofertar na casa de Deus? O nosso coração tem ardido de amor pelas coisas de Deus de tal forma que ofertamos em sacrifício aquilo que nos custa?
Deus já nos deu o maior e mais expressivo exemplo de que uma oferta é um ato de amor quando entregou seu filho Jesus para morrer por nossos pecados e nos ligar novamente com o Pai. O coração do cristão deve sempre estar voltado para ofertar na casa de Deus pelo simples fato de amar ao Senhor e tudo aquilo que diz respeito a Ele.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Expandindo o reino de Deus na terra através das Ofertas


Filipenses 4.15-19
15 E sabeis também vós, ó filipenses, que, no início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros;
16 porque até para Tessalônica mandastes não somente uma vez, mas duas, o bastante para as minhas necessidades.
17 Não que eu procure o donativo, mas o que realmente me interessa é o fruto que aumente o vosso crédito.
18 Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus.
19 E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.

A Bíblia nos revela que a igreja em Filipos era uma igreja que ofertava de forma voluntária e generosa, sendo totalmente voltada para a obra missionária e para a expansão de reino de Deus na terra. Por diversas vezes, a igreja ajudou a manter o apóstolo Paulo enviando ajuda financeira quando aquele estava pregando em Tessalônica (4.15,16; veja Atos 16.11 e 17.4 e 2 Coríntios 8.1-5). Nesse sentido, o texto de Fp 4.15-19 apresenta três aspectos importantes para uma igreja que oferta de forma voluntária e generosa:
  • Tudo aquilo que era ofertado pela igreja a Paulo voltava como forma de crédito para a vida da igreja (v. 17). O melhor investimento dos nossos recursos e do nosso tempo é aquele que é feito para a obra de Deus, para a divulgação do Evangelho do nosso Jesus.
  • A oferta da igreja era um sacrifício pessoal que agradava ao coração de Deus (v. 18). Não é o objeto do sacrifício que agrada a Deus, mas o coração daquele que faz o sacrifício. "Deus ama a quem dá com alegria" (2 Coríntios 9.7);
  • Deus suprirá todas as necessidades, tanto materiais como espirituais, da igreja que oferta com generosidade (v. 19). Ofertar é um princípio de obediência e Deus não abandona quem é obediente a sua Palavra.


A igreja em Filipos deve ser vista como um modelo para as igrejas de hoje, no que diz respeito a ofertar para a obra de Deus. Eles não deram esperando receber bênçãos como forma de retribuição. Também não deram porque era algo que a “igreja” exigia. Mas deram com ânimo e com sinceridade de coração, sabendo que sua dádiva estava indo para a divulgação do evangelho e expansão do reino de Deus na terra.